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terça-feira, 16 de agosto de 2011

O bom momento vivido pelo setor imobiliário brasileiro será duradouro e com previsão de ser ainda melhor

O bom momento vivido pelo setor imobiliário brasileiro será duradouro e com previsão de ser ainda melhor. Pelo menos é o que defendeu no XXIII CONACI, o advogado e político Alceu de Deus Collares, que proferiu a segunda grande conferência do evento, que teve por tema “Perspectivas de políticas habitacionais para a próxima década”.
Segundo ele, não apenas o Brasil, mas outros países, como por exemplo o Chile e Índia, estão saindo de um processo de subdesenvolvimento catastrófico e entrando num momento de crescimento que, sem dúvida alguma vai atingir, muito mais do que uma década. “O nosso crescimento econômico, que durante 20 anos não passava de 2,5%, este ano provavelmente deve atingir 6% do PIB. E esse crescimento econômico é gerador de desenvolvimento econômico e gerador de renda”, destaca.
Ele comenta que nos últimos três anos foram tirados da faixa da pobreza e miséria 29 milhões de brasileiros, que entraram para a classe C. “É esse poder de compra que permite que o homem a mulher, a família, tenha condições financeiras, e assim que sua renda possibilite, assim que seu emprego seja garantido, a primeira coisa que ele deseja é adquirir, prioritariamente, a sua casinha, o seu refúgio, para sentir-se seguro quanto a seu futuro”.
Collares diz esperar que esse momento importantíssimo dure muito mais do que dez anos. “De recuperação total da capacidade de produção de casas e da construção civil que, quando vai bem, quando aumenta a sua capacidade de produzir estoques de moradias, sem dúvida alguma, o país cresce economicamente. Até mesmo porque, a construção civil é o primeiro setor que recebe a mão de obra que vem do êxodo rural e prepara profissionais.”
Para ele, que na década 70, como deputado federal, apresentou o primeiro projeto regulamentando a profissão de corretor de imóveis, neste novo cenário de atuação profissional, os corretores precisam buscar o aperfeiçoamento constantemente, para não correrem o risco de ficarem de fora deste mercado promissor.

O palestrante
Alceu de Deus Collares
É advogado e político brasileiro. Foi deputado federal por cinco mandatos, prefeito de Porto Alegre e governador do Rio Grande do Sul

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Foz do Rio Itajaí é a região metropolitana que mais cresceu no Brasil!


A falta de transporte adequado e em quantidade suficiente é um dos principais gargalos na administração dos grandes centros urbanos, que concentram 83,096 milhões de brasileiros (42,5% da população), de acordo com pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre mobilidade urbana feita entre 2001 e 2010. No período, a concentração manteve-se estável em relação aos 42,3% registrados em 2000.

Existem atualmente no Brasil 36 regiões metropolitanas (RMs) e três regiões integradas de desenvolvimento (Rides). Em Santa Catarina existem oito RMs. A da Foz do Rio Itajaí foi a que apresentou a maior taxa de crescimento do Brasil entre os anos de 2000 e 2010, registrando 3,24%. Nessa RM, a população total é de 439.512 pessoas.
Em relação à região metropolitana da Grande Florianópolis, houve aumento de 2,15% de 2000 a 2010. A população total dessa região, em 2010, foi de 877.706. A RM Norte/Nordeste Catarinense foi a segunda a apresentar a maior população total em Santa Catarina, registrando 540.064 pessoas. As outras regiões metropolitanas do estado são: RM de Chapecó, RM do Vale do Itajaí, RM de Lages, RM Carbonífera, RM de Tubarão.
De acordo com a pesquisa do Ipea, as cidades periféricas das regiões metropolitanas têm crescido bem mais que as cidades que deram origem aos agrupamentos populacionais, em virtude, principalmente, dos altos preços dos imóveis nas áreas centrais. Realidade conhecida na prática, mas agora confirmada por estudo do Ipea sobre Dinâmica Populacional e Sistema de Mobilidade nas Metrópoles Brasileiras.
A avaliação do Ipea salienta que as populações de menor poder aquisitivo têm se deslocado cada vez mais para longe dos grandes centros, embora a oferta do maior número de empregos continue nos núcleos regionais. Com isso, a região de moradia do trabalhador se afasta dos locais de trabalho, em decorrência, principalmente, das construções de grandes empreendimentos imobiliários onde o terreno é mais barato, de acordo com Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea que apresentou o estudo sobre mobilidade populacional.
Tempo de viagem e investimentos
O fenômeno de aumento dos tempos de viagem nos deslocamentos por transporte coletivo ocorre nas principais regiões metropolitanas brasileiras. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar do IBGE, realizada nos anos de 1992 e 2008, houve um incremento médio de 7% nos tempos de viagem das populações que vivem nas maiores metrópoles brasileiras, sendo que o percentual médio de trabalhadores que gastam mais de 1 hora no deslocamento casa-trabalho subiu de 15,7% para 19%.
Esses dados mostram que os investimentos em mobilidade realizados nas regiões metropolitanas nesse período foram importantes para enfrentar o vertiginoso aumento da frota de veículos privados, tanto que os tempos de deslocamentos subiram a taxas menores do que o crescimento da frota, mas não conseguiram inverter a tendência de aumento nos tempos de viagem médio da população.
De acordo com a pesquisa, para se resolver o problema de aumento nos tempos de viagem dos deslocamentos por transporte coletivo deve haver investimentos maciços em infraestrutura, principalmente nos corredores de ônibus, que se constitui no principal modal metropolitano, segregando o espaço de operação dos veículos em vias exclusivas.
O Ipea explica que o aumento de tempos de viagem do transporte público implica aumento de custos, que, aliado a outros fatores, provocam o aumento das tarifas. Nos últimos 10 anos, as tarifas do transporte intermunicipal metropolitano subiu cerca de 32% acima da inflação medida pelo IPCA, seguindo praticamente o mesmo comportamento das tarifas dos sistemas de ônibus urbanos.
Malha metroviária
O problema para expansão da malha metroviária no país é o alto custo quilométrico de implantação desses sistemas. As últimas referências de investimentos desse tipo indicam custos por quilômetro implantado entre R$ 100 e 290 milhões. Se as 39 metrópoles brasileiras fossem seguir o padrão da Cidade do México, de 10 km de metrô para cada milhão de habitantes, seriam necessários mais 600 km na rede metroviária brasileira, o que demandaria R$ 85 bilhões, considerando um custo médio de R$ 130 milhões/km.
Esse valor mais que dobraria se fosse seguido o padrão observado em cidades como Paris e Londres, que possuem menos de 500 mil habitantes para cada 10 km de linha metroviária. Em função do alto custo de implantação dos sistemas metroviários, algumas alternativas de transporte de massa vêm sendo adotadas no Brasil e no mundo.
Para níveis de demanda menores, começam a ser construídos em algumas regiões metropolitanas brasileiras os chamados veículos leves sobre trilhos (VLT) que apresentam menores custos e certa flexibilidade operacional por poder operar tanto em tráfego misto quanto em vias segregadas. O projeto de Brasília apresenta custo quilométrico na faixa de 60 milhões de reais, enquanto o projeto de Fortaleza R$ 20 milhões.
Mas o novo conceito que se está utilizando em várias cidades, quando se trata de transporte massivo rodoviário, é o chamado BRT - Bus Rapid Transit - ou sistemas de ônibus rápidos. Esses sistemas apresentam custos quilométricos de implantação que não ultrapassam 15% dos custos dos metrôs. Na prática, eles utilizam os principais atributos dos metrôs, como operação em vias segregadas, embarque em nível e veículos de grande capacidade, guardadas as devidas proporções. Os custos quilométricos de implantação desses sistemas giram em torno de R$ 20 milhões.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Consórcio de imóveis cresce 14,6% no semestre !!

Eliabe Bonifacio
Fone: (48) 3364-8880 / 9929-3272 ( OI ) / 9917-0638 ( TIM )
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Via Brasil Invest
Creci 2809-J
 
No primeiro semestre de 2011, a aquisição de imóveis através de consórcio cresceu 14,6% (casas, apartamentos, terrenos e galpões) em relação ao resultado do semestre anterior. Embora isoladamente expressivo, o resultado é acanhado diante da movimentação da modalidade serviços, que alcançou no período evolução de 221,6%. No balanço geral e enquanto volume de negócios, o crescimento no semestre é de 40,4%, alcançando R$ 40 bilhões.

A aquisição de imóvel através de consórcio, que utiliza o sistema de autofinanciamento e, portanto, é isento dos juros creditícios, é recomendada para quem não tem urgência em entrar na posse do bem. Isto porque o consorciado tanto pode ser o primeiro, como o último a ser sorteado.

Entretanto, quem possui uma reserva para oferecer como lance – pode ser utilizado o saldo no Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS), para lances ou quitação de parcelas, tem a possibilidade de acesso ao imóvel no curto prazo.

“O consórcio tem a qualidade de dispensar a utilização de dinheiro público para financiamento do bem, e a de não gerar impacto inflacionário já que, por ser mecanismo regulador de demanda, torna a venda futura planejada e segura. Ao promover o consumo responsável, o consórcio estimula a poupança com objetivo definido, permite a melhoria do planejamento e, também, da educação financeira junto ao consumidor”, pondera o presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Paulo Roberto Rossi.

Balanço geral – Com destaque para os veículos leves (recorde histórico), pesados, motocicletas, imóveis e serviços, as vendas de novas cotas do Sistema de Consórcios cresceram 27,7% no primeiro semestre do ano (2011), totalizando 1,29 milhão de unidades.

Enquanto volume de negócios, o crescimento no período é de 40,4%, alcançando R$ 40 bilhões e registrando aumento de mais de 27% nas vendas de novas cotas, que atingiram a marca de 1,29 milhão. Rossi entende que “as novas adesões estão sendo impulsionadas também pelo maior conhecimento do brasileiro sobre o mecanismo, e confirmam as vantagens de adquirir bens ou serviços de qualquer natureza a custos mais baixos, com o objetivo de formar patrimônio pessoal, familiar ou empresarial”.

A comercialização de 1,29 milhão de novas cotas (jan-jun/2011), 27,7% maior que as 1,01 milhão (jan-jun/2010) anteriores, resultou a partir dos crescimentos nos veículos leves (automóveis, utilitários e camionetas) com 56,6%, veículos pesados (caminhões, tratores, máquinas agrícolas, implementos) com 35,6%, motocicletas com 19,5%, imóveis (casas, apartamentos, terrenos e galpões, entre outros) com 14,6% e serviços, um dos mais abrangentes setores de atuação dos consórcios, com 221,6%.

Números de junho - Em junho, o total de cotas comercializadas em todos os setores atingiu 228,3 mil e marcou o recorde histórico no Sistema de Consórcios. As novas vendas, que somente nos veículos leves chegaram a 75,5 mil, registraram ainda um recorde histórico no produto que deu origem ao mecanismo, desde que esse levantamento vem sendo realizado.

“As contemplações, que saltaram de 480 mil (jan-jun/2010) para 530 mil (jan-jun/2011), com alta de 10,4%, mostraram que o Sistema de Consórcios, ao fomentar o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva – indústria, comércio e serviços, tem contribuído para o crescimento global em todos os setores onde está presente. A soma dos participantes ativos chegou aos 4,34 milhões em junho, 11,3% maior que os 3,9 milhões daquele mês, no ano passado. Com esse total, é apresentando um crescimento gradativo e consolidado”, completa o presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Paulo Roberto Rossi.
 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mercado Imobiliário de Floripa !

Florianópolis, conhecida como a Ilha da magia, é uma das Capitais do Brasil com o mercado imobiliário mais dinâmico. Alem do turismo, que sempre sustentou a economia da Ilha, o mercado imobiliário de Florianópólis atrae cada vez mais investidores do Brasil e do mundo enteiro.

Sáo mais de 40 praias maravilhosas que permitem a todo tipo de turista ou investidor encontrar uma forma de realizar o próprio sonho de turismo ou de negócios.

Desde uma perspectiva empresarial, temos acompanhado o crescimento do mercado imobiliário da Ilha da Magia.

Comprar hoje um imóvel em Florianópolis é garantia de um investimento seguro e rentável. A valorização de imóveis em Florianópolis é de 15% ao ano, em média.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção da Capital, Helio Bairros, a valorização dos imóveis em Florianópolis é rigistrada sobretudo em imóveis de padrão A e B.

Segundo as últimas estatísticas, o preço aproximado do metro quadrado de um imóvel de classe AA em Florianópolis é de R$ 10 mil, diz o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil.

Imóveis deste padrão AA ficam sobretudo em bairros como Cacupé, João Paulo, Beiramar Norte e Jurerê Internacional.

O preço medio do imóvel de classe AB é de R$ 4 mil a R$ 8 mil.

Investir em imóveis na Ilha de Florianópolis virou moda até no velho continente Europeo e Americano. Cada vez mais imobiliárias empregam corretores poliglotas para atender às necessidades dos clientes extrangeiros.

Invista em Florianópolis, procure quem é especializado e poderá lhe acessorar: (48) 9917-0638 / 3364-8880 - E-mail/MSN: eliabe@belasantacatarina.com.br

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Qual é o melhor tipo de financiamento imobiliário?

O levantamento do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) aponta que só no mês de maio (2011) foram comercializadas 2.380 unidades residenciais, o que representa alta de 22,1%, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Já de acordo com a pesquisa do Instituto Data Popular, 9,9 milhões de pessoas pretendem realizar o sonho da casa própria nos próximos meses. Mas, antes de fechar o negócio, é preciso ficar atento na escolha do financiamento, conforme recomenda a Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa).

“É importante que o futuro mutuário, ao comprar um novo bem, converse com sua família para definir a melhor forma de pagamento”, alerta o presidente da Amspa, Marco Aurélio Luz. Ele recomenda: “Para não correr risco, o ideal é não comprometer mais que 30% da renda mensal, além de ter um fundo de reserva”.

Consórcio - Marco Aurélio Luz diz que uma das modalidades de financiamento imobiliário em crescimento é o sistema de consórcio. “No primeiro trimestre deste ano, foi registrado um aumento de 11,3% nas vendas das cotas, em relação ao ano de 2010, totalizando 57 mil unidades, como mostram os dados da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac)", lembra o dirigente.

“Porém – continua Luz, essa alternativa de financiamento tem suas vantagens e desvantagens. Os benefícios são: a possibilidade de usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para dar lances e receber a carta de crédito antes; o prazo para a liberação (varia entre 60 a 180 meses), que é menor se comparado a outros financiamentos, que chegam a 30 anos”.

Segundo o presidente da Amsp, alguns consórcios permitem que o consorciado dê o lance que ela própria, a empresa promotora do consórcio, cobre. O consorciado vencedor pagará o aporte feito pela empresa com parte do valor da carta de crédito. “Já os malefícios são: as taxas de administração e adesão, os seguros e o fundo de reserva, que pode comprometer em até 20% o valor das prestações".

Quem optar pelo consórcio não deve ter pressa, recomenda Luz, porque tanto pode ser o primeiro a ser contemplado, como o último. “O futuro mutuário que anseia pelo primeiro imóvel próprio e opta por consórcio deve levar em conta que o valor da carta de crédito, quando esta for liberada, pode não ser suficiente para aquisição do bem desejado", lembra ele.

“Nesses casos, quando a valorização do imóvel resulta em que o crédito recebido é insuficiente para a consolidação da compra, o dono da propriedade terá que ter reservas próprias para completar o pagamento. Caso contrário, será forçado a comprar o imóvel em outro local não desejado, o que, às vezes, gera problemas sérios, por exemplo, com a questão da mobilidade”, explica, e reforça: “Por isso, consórcio é ideal para quem não tem urgência para adquirir o imóvel”.

Financiamento com a construtora - Outra opção para financiar um imóvel já pronto é ir direto à construtora. A modalidade, comenta Luz, é boa para quem adquirir o bem no valor acima de R$ 500 mil, e quer quitar as parcelas em pouco tempo. Para ele, a vantagem dessa escolha é a facilidade de negociação com o incorporador. Financiar direto com a construtora, opina o presidente da Amspa, também inclui a menor rigidez para conseguir a concessão do crédito e, no caso da impossibilidade de cumprir o contrato, "há certa facilidade para fazer um acordo".

“O problema desse tipo de financiamento está na cobrança dos juros, de 12% ao ano, mais o reajuste pelo Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) após as chaves, que leva ao aumento considerável do preço final. Há também que considerar que a escritura será obtida somente quando houver a quitação total do financiamento”, ressalta Luz.

Luz comenta ainda que para contratar financiamento de imóvel direto com a construtora é preciso ter cautela, "pois, caso a empresa quebre antes da entrega das chaves, o comprador pode não conseguir recuperar o dinheiro".

“Antes da entrega das chaves, é importante quitar em torno de 30% do valor do imóvel. Para evitar os eventuais problemas com a construtora, também é importante criar a ‘Comissão de Representantes’ para fiscalizar o andamento da obra, ainda na planta. Caso aconteça a falência da incorporadora, o mutuário deve recorrer ao judiciário para receber indenização e multas, o que gira em torno de 50%”.

Financiamento bancário – O presidente da Amspa comenta as modalidades de financiamento adotadas pelos bancos. Uma é a que se encaixa nas condições do Sistema Financeiro da Habitação (SFH); e outra a que é orientada pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

Na análise de Luz, financiamentos pelas regras do SFH e do SFI são ideais para quem quer receber o imóvel de imediato, e não tem condições de pagar à vista, que é sempre a melhor escolha devido à ausência de juros.

“Na impossibilidade da compra à vista, a alternativa é comprar imóvel com preço inferior a R$ 500 mil, preferencialmente, pois este é o valor que se enquadra no SFH, com juros menores (até 12% ao ano) e sistema de amortização mais adequado”, opina Luz.

O dirigente diz que o SFH “dá mais fôlego” quando da ocorrência de atraso nos pagamentos das parcelas. “São três meses para conseguir resolver o problema de inadimplência com o agente financeiro. Já com o SFI, a perda da propriedade pelo não pagamento do imóvel acontece em 15 dias após a notificação do cartório, além da taxa de juros variar entre 13% a 15% ao ano”, diz.

O presidente da Amspa sugere que, antes de assinar o contrato desses tipos de financiamentos, o futuro mutuário verifique o quanto o valor das parcelas vai comprometer seu rendimento familiar. “O ideal é que não seja mais de 20% de sua renda, se essa for superior a R$ 10 mil. Quem tem ganhos entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, o limite da prestação deve ficar entre 11” e 15%” recomenda Luz, e aconselha: “Com renda menor que R$ 5 mil, não arrisque a assumir prestações superiores a 5% desse valor”.

“Fica evidente que a escolha do financiamento depende muito do poder aquisitivo de cada um. É importante que o futuro proprietário do imóvel converse com sua família, levando sempre em conta as despesas fixas, como alimentação, educação, transportes, pagamentos de prestações, entre outros gastos. Caso contrário, o sonho de comprar a casa própria pode se tornar um tormento e acabar de vez com uma esperança”, completa o presidente da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa), Marco Aurélio Luz.

Quem tem dúvidas sobre financiamentos pode buscar esclarecimentos junto à Amspa.

sábado, 6 de agosto de 2011

Seminário sobre perpectivas para a construção civil será nesta terça!

Especialista em análise de investimentos falará sobre o cenário da construção civil no Brasil. Inscrições limitadas – um quilo de alimento não perecível.

Na próxima terça-feira, 22-3, às 19h 30min, a Acibalc (Associação Empresarial de Balneário Camboriú e Camboriú) com apoio do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil de Balneário Camboriú) e da empresa Sin Saber Investir, realiza um seminário focado no mercado corporativo com o tema “Construção Civil: perspectivas e cenários para o setor no Brasil”.

O evento será realizado na sede da Acibalc (Rua, 1.542, nº 715, sala 26) e é voltado para empresários, gerentes, assessores e pessoal da área de vendas e de finanças do mercado da construção civil. A palestra será ministrada pelo especialista em análise de investimentos Marco Antônio Ozeki Saravalle. A inscrição é gratuita e as entidades pedem como contribuição que os participantes levem 1 quilo de alimento não perecível, que posteriormente, será doado para organizações assistenciais.

De acordo com a presidente da Acibalc, Mágda Bez, o principal objetivo da associação é traçar um panorama do setor, um dos principais na economia da região, disponibilizando informações úteis para o desenvolvimento cada vez maior das empresas. “Além disso, pretendemos fortalecer o intercâmbio entre a Acibalc e o Sinduscon e de seus membros, e a importância do associativismo”, explica Mágda.

“Ao longo do ano, a proposta é desenvolver palestras e eventos voltados a outros segmentos sociais, sempre em busca da conquista de ações para a evolução e o bem comum do mercado empresarial”, finaliza.

As inscrições podem ser garantidas pelo tel.: (47) 3363-0700. Vagas limitadas.

Sobre o palestranete


Marco Antonio Ozeki Saravalle é analista de investimentos do departamento de Análise da Coinvalores desde abril de 2006. Tem certificação de profissional de investimento autorizado pela CVM (CNPI). É bacharel em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Tem pós graduação/ MBA pela FIPECAFI/USP em Mercado de Capitais. Atual membro do conselho Diretor da Apimec/SP. Membro do Comitê Consultivo do Analista de Valores Mobiliários. Atua no mercado de capitais desde 2004, passando anteriormente por operações de tesouraria do Citibank Brasil e pelo departamento de Análise da Socopa Corretora. Responsável pelos setores de commodities, como Petróleo e Petroquímico, Papel e Celulose, Mineração e Siderurgia. Considerado como o melhor analista de Petrobrás em termos de rentabilidade segundo ranking da Bloomberg. Professor convidado da Fipecafi/USP – MBA Mercado de Capitais.

Serviço:

Seminário: “Construção Civil: perspectivas e cenários para o setor no Brasil”
Palestrante: Marco Antonio Ozeki Saravalle
Data: 22 de março, terça-feira
Horário: 19h 30min
Local: sede da Acibalc - Rua, 1.542, nº 715, sala 26 (Baln. Camboriú, SC)
Inscrições: (47) 3363-0700
Entrada: contribuição de um quilo de alimento não perecível.
Acibalc: www.acibalc.com.br

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Catarinenses pretendem adquirir mais em materiais de construção

Catarinenses pretendem adquirir mais em materiais de construção!

6% dos entrevistados demonstraram interesse na aquisição de imóveis.

Por LAÍS MEZZARI


Entre os meses de março e maio uma em cada quatro famílias catarinenses devem investir mais em suas residências. O setor de materiais de construção foi o que apresentou maior intenção de consumo e o único que teve taxa de crescimento (4%) em relação ao trimestre anterior. Os dados são do Índice de Predição de Mercado (IPM) divulgado nesta terça-feira (29) pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB/SC).

O setor de moradia também permanece em alta em outros segmentos, já que além dos 25% de intenção de compra de materiais de construção, 17% das famílias pesquisadas pretendem adquirir móveis residenciais e 11% eletrodomésticos de linha branca. Apenas 6% demonstraram interesse na aquisição de imóveis.

Bens semiduráveis e não duráveis


O fim do período de natal e réveillon se reflete na economia, apresentando uma desaceleração especialmente no consumo de vestuário. No índice referente aos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, 48% das famílias pesquisadas responderam que pretendiam gastar mais em vestuário. Na previsão para o próximo trimestre, apenas 13% disseram que têm intenção de gastar mais neste segmento e, em contrapartida, 42% esperam gastar menos.

Já o gasto com supermercado deve se manter, uma vez que 66% dos entrevistados pretendem gastar a mesma quantia que no trimestre anterior e 15% querem incrementar as compras.

Através da análise dos resultados, o diretor-presidente do Instituto Mapa (realizador da pesquisa), José Nazareno Vieira, afirma que "os ventos continuam soprando a favor do consumo, não tão intensamente quanto antes, mas ainda favorável".

Governo incentiva a desaceleração


Algumas medidas do governo colaboram com a desaceleração do consumo. Um dos exemplos é no setor de automóveis, que teve 11% de desaceleração com relação ao trimestre anterior, chegando a 8% das intenções de compra.

Os itens que apresentaram maior acomodação foram equipamentos de áudio e vídeo (-50%), aparelhos celulares (-42%) e eletroportáteis (- 40%). Desta forma, as intenções chegaram a 4%, 7% e 6% respectivamente.

Expectativas

Apesar da freada no consumo, as famílias catarinenses se demonstram não só otimistas, mas também contentes com sua situação econômica. Cerca de 62% consideram sua situação razoável e 29% boa. Além disso, 17% se colocam em posição de melhores condições que o resto da população, e 44% se consideram razoáveis comparativamente.

A expectativa para o futuro econômico familiar de quase metade dos entrevistados (49%) é de que a situação vai melhorar, e 39% de que vai permanecer igual. O resultado também é reflexo do fato de que 30% dos catarinenses conseguem pagar suas contas com sobras, e 59% sem conseguir economizar.